FAROL.
Quinta-feira, 18 de junho de 2026 · 5 histórias · 4 min de leitura
O essencial do dia, verificado
História 01

Copom corta Selic para 14,25% e Brasil assume topo do ranking de juros reais

Terceiro corte seguido foi unânime e veio no esperado, mas comunicado dividiu analistas sobre fim do ciclo

9 fatos confirmados em 13 fontes

O Copom cortou a Selic em 0,25 ponto, para 14,25% ao ano, no terceiro corte consecutivo. A decisão foi unânime e veio dentro do esperado pelo mercado. Mesmo assim, o Brasil ultrapassou a Rússia e assumiu o topo do ranking mundial de juros reais, com taxa em torno de 10% ao ano. O comunicado pediu 'serenidade e cautela' e não sinalizou os próximos passos, o que dividiu analistas: Empiricus e Itaú BBA leram tom brando; InfoMoney e Valor viram endurecimento. Com juro real nesse patamar, o custo de manter a inflação na meta segue alto.

Precedente · 2024
Em junho de 2024, o Copom interrompeu, por unanimidade, um ciclo de cortes da Selic que durava quase um ano, mantendo a taxa em 10,5% ao ano. Na ocasião, o BC também citou riscos fiscais e expectativas de inflação desancoradas, ilustrando como ciclos de corte podem ser revertidos diante de pressões semelhantes às mencionadas no comunicado atual.
Como o Farol classifica as fontes desta história
7
Esquerda Centro Direita
9 Confirmado 3+ fontes
3 Provável 2 fontes
0 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Divergências que mudam o cenário
  • ≠ Empiricus e Itaú BBA leram o comunicado como 'dovish', com espaço para novos cortes; InfoMoney, Seu Dinheiro e Valor leram como endurecimento, sinalizando proximidade do fim do ciclo.
Fatos verificados
● Fonte institucional · ○ Fonte jornalística
O Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,50% para 14,25% ao ano, em 17 de junho de 2026.ConfirmadoAgência Brasil, CartaCapital, Exame, Money Times, CNN Brasil, +5
Trata-se da terceira redução consecutiva da Selic.ConfirmadoAgência Brasil, CartaCapital, Exame, Money Times, Folha de S.Paulo, +2
A decisão de cortar a Selic para 14,25% foi tomada de forma unânime pelos diretores do Copom.ConfirmadoMoney Times, G1, Estadão, Seu Dinheiro
A decisão de corte veio em linha com o esperado pelo mercado financeiro.ConfirmadoExame, Money Times, Folha de S.Paulo, Estadão, Seu Dinheiro
Mesmo após o corte, o Brasil assumiu a primeira posição no ranking mundial de taxas de juros reais, ultrapassando a Rússia, que liderava em abril.ConfirmadoCartaCapital, Folha de S.Paulo, Forbes Brasil
A próxima reunião do Copom está marcada para agosto (dias 4 e 5 de agosto de 2026), segundo o calendário oficial do Banco Central.ConfirmadoCartaCapital, IstoÉ Dinheiro, B3 (Bora Investir)
O comunicado do Copom defendeu 'serenidade e cautela na condução da política monetária' e não deu indicação clara (forward guidance) sobre a próxima decisão.ConfirmadoCartaCapital, Folha de S.Paulo, Money Times, Seu Dinheiro
Dado primário selic: 14.25 (05/08/2026), Banco Central do BrasilConfirmadoBanco Central do Brasil
Dado primário ipca_mensal: 0.58 (01/05/2026), Banco Central do BrasilConfirmadoBanco Central do Brasil
O Banco Central alertou no comunicado para os riscos da política fiscal sobre a inflação e os juros.ProvávelCNN Brasil, Folha de S.Paulo
Com a Selic em 14,25% e expectativa de inflação maior, o juro real do Brasil ficou em torno de 10% (9,67% ao ano segundo cálculo da Folha com base no DI de um ano).ProvávelFolha de S.Paulo, Forbes Brasil
Às vésperas da decisão, o mercado financeiro elevou a projeção para a Selic no fim de 2026 de 13,5% para 13,75% ao ano, sinalizando expectativa de menor espaço para continuidade do ciclo de cortes.ProvávelMovimento Econômico, Valor Econômico
O que não conseguimos verificar
  • Se haverá novo corte da Selic na reunião de 4 e 5 de agosto.
  • Qual a nova projeção oficial de inflação considerada pelo Copom para 2026 e 2027.
Como verificamos

O cálculo do juro real em torno de 10% vem da Folha com base no DI de um ano (9,67%); outras metodologias podem chegar a valores ligeiramente diferentes.

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História 02

STF fecha tese sobre responsabilidade das big techs por conteúdo ilegal

Plataformas respondem civilmente por danos, salvo se provarem 'diligência qualificada'; têm 60 dias para se adaptar

7 fatos confirmados em 8 fontes

As plataformas digitais agora respondem civilmente, de forma solidária, por danos causados por conteúdos ilícitos de terceiros, a menos que comprovem 'dúvida razoável' por meio de 'análise de diligência qualificada'. O STF concluiu o julgamento em 17 de junho, declarou trânsito em julgado por unanimidade e deu 60 dias para as empresas se adaptarem. A tese vale até que Executivo e Congresso legislem sobre o tema. O ponto sensível é que ninguém sabe ainda o que conta como 'diligência qualificada', e juristas ouvidos pela Conjur já apontam que a operacionalização ficou nebulosa, com o STJ sinalizando cautela para aplicar a regra aos casos pendentes.

Desdobramento
Em maio de 2026, o governo Lula editou decreto atualizando a regulamentação do Marco Civil da Internet para incorporar a nova tese do STF sobre responsabilização das plataformas digitais, além de publicar decreto complementar com medidas de proteção às mulheres contra violência na internet.
G1 · 2026-05-20
Onde ir mais fundo
Quando o STF já criou regras provisórias até o Congresso legislar, e o que aconteceu?
O STF tem histórico consolidado de criar regras provisórias quando identifica omissão legislativa, e essas soluções tendem a durar muito mais que o previsto. Em 2007, ao julgar os Mandados de Injunção 670, 708 e 712, o tribunal determinou a aplicação da Lei de Greve do setor privado (Lei 7.783/1989) aos servidores públicos até que o Congresso editasse lei específica, conforme registrado pelo Migalhas e pelo próprio STF. Quase duas décadas depois, o Congresso ainda não legislou e a regra provisória segue em vigor. Em 2011, na ADI 4277 e ADPF 132, o STF reconheceu a união estável homoafetiva aplicando por analogia o regime da união entre homem e mulher, também à espera de marco legal que não veio. O padrão é claro: a tese de 'diligência qualificada' fixada agora para as plataformas tende a operar como regime definitivo de fato, e não como ponte curta até a deliberação do Congresso.
O prazo de 60 dias para adaptação das plataformas vence em meados de agosto de 2025. Acompanhe a publicação do acórdão no Portal STF e eventuais embargos de declaração.
Acompanhe: Portal STF (publicação do acórdão e embargos), ConJur, Migalhas, Câmara dos Deputados (tramitação de projetos sobre responsabilidade de plataformas), STJ (aplicação da tese aos casos pendentes)
Como o Farol classifica as fontes desta história
5
Esquerda Centro Direita
7 Confirmado 3+ fontes
5 Provável 2 fontes
0 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Divergências que mudam o cenário
  • ≠ G1 trata a exigência de sede no Brasil como obrigação ampla; Folha de S.Paulo relata que Toffoli sinalizou restringi-la a plataformas com interesse econômico no país, o que preocupou Moraes e levou o STF a rediscutir o ponto.
Fatos verificados
● Fonte institucional · ○ Fonte jornalística
O STF concluiu em 17 de junho de 2026 o julgamento dos recursos e definiu a tese final sobre a responsabilização das big techs por conteúdos ilegais publicados em suas plataformas.ConfirmadoCartaCapital, CNN Brasil, Agência Brasil, Folha de S.Paulo, G1, +1
A nova tese estabelece que as plataformas não serão punidas por não remover conteúdos apontados como ilícitos caso comprovem 'dúvida razoável' por meio de 'análise de diligência qualificada'.ConfirmadoCNN Brasil, Folha de S.Paulo, Jota
A tese fixa responsabilidade civil solidária das plataformas por danos decorrentes de conteúdos ilícitos de terceiros, com exceção para empresas que comprovarem análise diligente.ConfirmadoCNN Brasil, Jota, CartaCapital, STF (noticias.stf.jus.br)
O STF declarou, por unanimidade, o trânsito em julgado das ações, impedindo novos recursos contra a decisão.ConfirmadoCartaCapital, G1, Agência Brasil
As big techs têm prazo de 60 dias para implementar as alterações exigidas pela decisão do STF.ConfirmadoJota, G1, Agência Brasil, Meio & Mensagem
A tese fixada servirá de parâmetro para processos sobre o tema que tramitam no Judiciário em todo o país.ConfirmadoAgência Brasil, Conjur, STF (noticias.stf.jus.br)
Mandado de injunção e mora legislativa (jurisprudência consolidada): TJDFT sistematiza a doutrina segundo a qual o STF, diante de mora legislativa que impeça o exercício de direito constitucional, fixa solução normativa provisória até atuação do Congresso.ConfirmadoTJDFT
A decisão prevê a possibilidade de regulação posterior do tema pelo Poder Executivo e pelo Congresso Nacional, sendo a tese aplicável enquanto não houver nova legislação.ProvávelJota, Conjur, STF (noticias.stf.jus.br)
O STF manteve a exigência de que as big techs com operação no Brasil tenham sede ou representação no país, embora o ministro Dias Toffoli tenha sinalizado flexibilizar o alcance da regra.ProvávelG1, Folha de S.Paulo
Juristas especializados em direito digital, ouvidos pela Conjur, avaliam que a tese do STF cobriu brechas do Marco Civil que isentavam as plataformas, mas deixou dúvidas práticas sobre a operacionalização, sobretudo quanto ao conceito de 'diligência qualificada'.ProvávelConjur (juristas em direito digital)
O STJ decidiu, em outubro de 2025, que ainda não convém aplicar imediatamente a tese do STF aos processos em tramitação naquela Corte, indicando resistência inicial à uniformização.ProvávelConjur
Mandados de Injunção sobre greve no serviço público (2007): O STF determinou a aplicação da Lei 7.783/1989 (greve no setor privado) aos servidores públicos até que o Congresso editasse lei específica regulamentando o direito.ProvávelMigalhas
O que não conseguimos verificar
  • Quais critérios concretos definirão a 'análise de diligência qualificada' exigida das plataformas
  • Como a obrigação de sede ou representação no Brasil será fiscalizada e quais as sanções para o descumprimento
Como verificamos

Os fatos centrais (tese, prazo de 60 dias, trânsito em julgado) batem em múltiplas redações. As divergências sobre o alcance da regra de sede no Brasil e o tom de cautela do STJ ainda dependem de mais reportagem para se firmar.

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História 03

EUA e Irã assinam memorando para encerrar guerra iniciada em fevereiro

Acordo interino de 60 dias prevê reabertura de Ormuz, fim do programa nuclear iraniano e pacote de US$ 300 bilhões

11 fatos confirmados em 20 fontes

Trump e Pezeshkian assinaram um Memorando de Entendimento que encerra, por 60 dias, a guerra deflagrada em 28 de fevereiro pelos ataques americanos e israelenses ao Irã. O texto tem 14 pontos: reabertura do Estreito de Ormuz, fim do bloqueio naval, cessar-fogo no Líbano envolvendo o Hezbollah, e o compromisso de que Teerã jamais terá arma nuclear, diluindo seu urânio enriquecido. Em troca, um pacote de US$ 300 bilhões para reconstrução. Trump avisou: 'se eu não gostar, vamos voltar a atirar'. O ponto é que o acordo é interino, e ambos os lados, EUA e Hezbollah, já o declaram 'grande vitória'.

Desdobramento
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu manifestou apoio ao Memorando de Entendimento entre EUA e Irã, mas condicionou seu respaldo a um acordo final a que o pacto definitivo contemple restrições verificáveis ao programa nuclear iraniano.
11 Confirmado 3+ fontes
6 Provável 2 fontes
0 Fonte única não verificado
0 Contestado fontes divergem
Divergências que mudam o cenário
  • ≠ Governo Trump declara o acordo como 'grande triunfo' para os EUA; o líder do Hezbollah, Naim Qassem, também o chama de 'grande vitória' para o eixo de resistência, expondo leituras opostas sobre quem ganhou.
Fatos verificados
● Fonte institucional · ○ Fonte jornalística
Os presidentes Donald Trump (EUA) e Masoud Pezeshkian (Irã) assinaram um Memorando de Entendimento para encerrar a guerra no Oriente Médio.ConfirmadoCartaCapital, Revista Oeste, Exame, BBC Brasil, InfoMoney, +10
Trump assinou o documento no Palácio de Versalhes, nos arredores de Paris, durante jantar com o presidente francês Emmanuel Macron, após sua participação na cúpula do G7.ConfirmadoExame, InfoMoney, CNN Brasil, France 24, The Guardian, +1
O acordo é composto por 14 pontos e tem caráter interino, prevendo o fim dos combates em todas as frentes por 60 dias.ConfirmadoExame, BBC Brasil, The Guardian, DW, CNN, +3
O memorando prevê a reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio naval americano.ConfirmadoExame, CNN Brasil, Al Jazeera, DW, BBC Brasil, +2
O acordo inclui o compromisso de que o Irã jamais terá uma arma nuclear, com Teerã concordando em diluir seu urânio enriquecido em troca de alívio econômico em larga escala.ConfirmadoBBC Brasil, France 24, CNN, BBC News, The Guardian
O memorando prevê um pacote de US$ 300 bilhões para reconstrução e desenvolvimento do Irã.ConfirmadoBBC Brasil, BBC News, Brasil 247, The Guardian
A guerra encerrada pelo acordo foi desencadeada em 28 de fevereiro por ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã.ConfirmadoCartaCapital, Revista Oeste, BBC Brasil, Reuters
O Paquistão e o Ministério das Relações Exteriores iraniano declararam que o acordo entra em vigor imediatamente.ConfirmadoCNN Brasil, Al Jazeera, DW, BBC News
Trump afirmou que o acordo evita uma 'depressão mundial' ('worldwide depression').ConfirmadoThe Guardian, Reuters, Time
Após o anúncio do acordo, os preços do petróleo caíram fortemente, o Brent recuou para níveis mais baixos em cerca de três meses (queda de cerca de 5,1% segundo o The Times, e abaixo de US$ 80 por barril segundo a CNBC), e os principais índices acionários globais subiram.ConfirmadoAl Jazeera, CNBC, The Times (UK), Quartz, The Guardian
O acordo de 14 pontos inclui disposições que abrangem o cessar-fogo no Líbano envolvendo o Hezbollah, segundo o texto divulgado pelos Estados Unidos.ConfirmadoAl Jazeera, CNN, Firstpost, Reuters, The Guardian
O acordo foi mediado também pelo Catar e pelo Paquistão.ProvávelCNN Brasil, Al Jazeera
+ 5 fato(s) adicionais com a mesma certeza verificados nos bastidores
O que não conseguimos verificar
  • Qual a posição oficial de Israel sobre o acordo, já que participou dos ataques iniciais.
  • Como será operacionalizado e financiado o pacote de US$ 300 bilhões para o Irã.
Como verificamos

O Estreito de Ormuz, o cessar-fogo no Líbano e a leitura divergente de 'vitória' por EUA e Hezbollah foram confirmados por múltiplas fontes internacionais. A mediação de Catar e Paquistão, e o detalhe sobre as taxas que o Irã pretende cobrar em Ormuz após 60 dias, aparecem em menos fontes e foram deixados de fora do corpo.

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História 04

Lula a Trump: 'eleição brasileira é problema do Brasil'

Presidente reage a falas do americano sobre os Bolsonaros, chama ameaça tarifária de 'desaforada' e nega ter pedido bilateral no G7.

6 fatos confirmados em 8 fontes

'As eleições do Brasil são um problema do Brasil.' Foi assim que Lula respondeu a Trump, que vinha comentando o cenário político brasileiro, citando os Bolsonaros e criticando ações judiciais contra opositores do governo. Lula chamou a ameaça de novas tarifas americanas de 'coisa desaforada', disse que Trump 'fala muito e ouve pouco' e segue agindo como imperador. Também negou ter pedido reunião bilateral no G7, na França, alegando que a negociação tarifária entre os dois países ainda está aberta. A eleição presidencial está marcada para 4 de outubro de 2026.

Na prática · escala
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Brasil tinha mais de 156 milhões de eleitoras e eleitores aptos a votar em 2022, contingente que define a dimensão do ciclo eleitoral de 2026 sob eventual pressão externa.
Como o Farol classifica as fontes desta história
4
Esquerda Centro Direita
6 Confirmado 3+ fontes
2 Provável 2 fontes
0 Fonte única não verificado
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Fatos verificados
● Fonte institucional · ○ Fonte jornalística
Lula declarou que Trump não deve se meter nas eleições brasileiras, afirmando que 'as eleições do Brasil são um problema do Brasil'.ConfirmadoFolha de S.Paulo, BBC Brasil, France 24, G1
A declaração de Lula foi uma reação a falas de Trump sobre o cenário político brasileiro, incluindo menção aos Bolsonaros e críticas a ações judiciais contra opositores de Lula.ConfirmadoBBC Brasil, France 24, G1
Lula classificou a ameaça dos EUA de impor novas tarifas como 'uma coisa desaforada' e disse que Trump continua agindo como imperador.ConfirmadoBBC Brasil, G1, Brasil247, Folha de S.Paulo
Lula afirmou não ter pedido reunião bilateral com Trump durante a cúpula do G7 na França, alegando que Brasil e EUA ainda estão em negociação sobre tarifas comerciais.ConfirmadoG1, Folha de S.Paulo, Poder360, CNN Brasil
A eleição presidencial brasileira está marcada para 4 de outubro de 2026, com eventual segundo turno em 25 de outubro, conforme calendário do TSE.ConfirmadoFrance 24, TRE-SP (tre-sp.jus.br), Senado Notícias (senado.leg.br), O Globo
Lula afirmou que Trump 'fala muito e ouve pouco'.ConfirmadoG1, Brasil247, Folha de S.Paulo
Para o professor de Relações Internacionais Oliver Stuenkel (FGV), a postura de Trump em relação ao Brasil é coerente com sua guerra comercial mais ampla e reflete uma mudança estrutural na sociedade americana, com contestação da globalização nas últimas eleições.ProvávelProf. Oliver Stuenkel (FGV via O Globo)
Analistas políticos avaliam que a cautela do governo Lula tem se mostrado acertada diante da imprevisibilidade de Trump, mas o Brasil tende a enfrentar pressão estadunidense ao longo do ciclo eleitoral de 2026.ProvávelBrasil de Fato (análise especialista)
O que não conseguimos verificar
  • O conteúdo exato das declarações de Trump sobre os Bolsonaros e o judiciário brasileiro.
  • Quais tarifas e em que percentual os EUA estariam ameaçando impor ao Brasil.
Como verificamos

Os fatos centrais sobre as falas de Lula vêm de quatro veículos com viés variado, da centro-esquerda à centro-direita. O conteúdo original das declarações de Trump não foi reproduzido pelas fontes que consultamos.

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História 05

Caleb Yirenkyi salva Gana no quinto minuto dos acréscimos

Zagueiro decide 1 a 0 sobre o Panamá na estreia do Grupo L, em Toronto, e quebra jejum de sete jogos sem vitória da seleção africana

7 fatos confirmados em 9 fontes

Gana ganhou no sufoco. O zagueiro Caleb Yirenkyi marcou no quinto minuto dos acréscimos do segundo tempo e garantiu o 1 a 0 sobre o Panamá, no BMO Field de Toronto, pela estreia do Grupo L. Era a primeira Copa dos dois: o Panamá continua sem nenhuma vitória em Mundiais. Para Gana, o gol vale dobrado, encerra uma sequência de sete jogos sem ganhar (um empate e seis derrotas) e mantém viva a chance de avançar ao mata-mata logo na abertura do torneio.

Desdobramento
O selecionador Carlos Queiroz destacou após a partida que Caleb Yirenkyi, autor do gol da vitória, tem potencial para se tornar um dos melhores jogadores da seleção ganesa com mais experiência e minutos de jogo.
Record · 17 de junho
Como o Farol classifica as fontes desta história
4
Esquerda Centro Direita
7 Confirmado 3+ fontes
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Fatos verificados
● Fonte institucional · ○ Fonte jornalística
Gana venceu o Panamá por 1 a 0 em partida da Copa do Mundo 2026.ConfirmadoInfoMoney, CNN Brasil, Al Jazeera, France 24, FIFA, +3
O gol da vitória foi marcado por Caleb Yirenkyi nos acréscimos do segundo tempo.ConfirmadoCNN Brasil, Al Jazeera, France 24, BBC, FIFA
A partida foi válida pelo Grupo L da Copa do Mundo 2026.ConfirmadoCNN Brasil, Al Jazeera, FIFA, Estadão, Folha de S.Paulo
O jogo foi disputado no BMO Field (Toronto Stadium), em Toronto, Canadá, em 17 de junho de 2026.ConfirmadoAl Jazeera, FIFA, BBC, Estadão, Folha de S.Paulo, +1
A vitória encerrou uma sequência de sete jogos sem triunfos da seleção ganesa (um empate e seis derrotas) e mantém esperanças de classificação aos mata-matas.ConfirmadoInfoMoney, Folha de Pernambuco, Vietnam.vn
O gol saiu no quinto minuto dos acréscimos (aos 49/50 minutos do segundo tempo, marcado como 95º minuto pela BBC).ConfirmadoCNN Brasil, Al Jazeera, InfoMoney, BBC
Foi a estreia de Gana e do Panamá na Copa do Mundo de 2026; o Panamá segue sem vitórias em Copas do Mundo na sua história.ConfirmadoEstadão, Folha de S.Paulo, ge.globo
O Panamá chega ao torneio como a seleção de maior média de idade entre as participantes (30,4 anos) e conta com o jogador mais baixo da competição.Provávelge.globo
O que não conseguimos verificar
  • Escalações, técnicos e estatísticas detalhadas da partida (posse, finalizações, cartões)
  • Quais serão os próximos adversários de Gana e Panamá no Grupo L
Como verificamos

Resultado, autor e tempo do gol batem entre todas as fontes consultadas. A sequência negativa de Gana antes da partida aparece em menos redações, mas é consistente entre elas.

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