Domingo, 21 de junho de 2026 · 5 histórias · 4 min de leitura
O essencial do dia, verificado
JustiçaHistória 01
Alertas falsos da Defesa Civil tomam celulares pelo país
Mensagens extremas com a palavra 'misantropia' tocaram em volume alto na madrugada de sábado; PF investiga invasão hacker
10 fatos confirmados em 11 fontes
Milhões de brasileiros foram acordados na madrugada de sábado por alertas extremos falsos da Defesa Civil, contendo a palavra 'misantropia', que tocaram em volume alto mesmo nos celulares no silencioso. Os disparos começaram por volta das 23h45 de sexta em Curitiba e se espalharam por DF, SP, RJ, BA, PA, MT e outros estados. O Ministério da Integração desativou a plataforma 'Defesa Civil Alerta' por volta da 1h30 e fala em ataque hacker; a Polícia Federal investiga. O risco maior não é técnico: é a erosão da confiança em alertas oficiais quando uma emergência real chegar.
Precedente · 2018
Em janeiro de 2018, o sistema de alertas de emergência do Havaí disparou por engano um aviso de ataque com míssil balístico para milhões de celulares, gerando pânico generalizado por 38 minutos até a correção; a FCC concluiu que falhas de protocolo e ausência de salvaguardas no sistema permitiram o incidente.
O Brasil já teve outras falhas graves em sistemas oficiais de alerta ou emergência?
Não há precedente público direto de invasão à plataforma Defesa Civil Alerta antes do episódio de sábado. O sistema, baseado em tecnologia Cell Broadcast, foi adotado no Brasil em 2022 pelo Ministério da Integração e é operado em parceria com defesas civis estaduais (gov.br/mdr). Desde sua implementação, a Defesa Civil do Paraná emitiu 134 alertas de eventos severos sem registro público de falha técnica ou disparo indevido, segundo o próprio órgão. No Rio Grande do Sul, o Cell Broadcast foi usado durante o monitoramento de eventos meteorológicos extremos em 2024, sem incidentes de segurança divulgados. Em Petrópolis (RJ), o sistema de sirenes da Defesa Civil já registrou falhas pontuais de acionamento em chuvas, mas não comprometimento por terceiros. O ataque que disparou mensagens com a palavra 'misantropia' na madrugada de sábado é, até aqui, o primeiro caso documentado de comprometimento da infraestrutura nacional de alertas, o que explica a abertura imediata de investigação pela Polícia Federal.
O Ministério da Integração deve divulgar nota técnica sobre a reativação do Defesa Civil Alerta nos próximos dias. Acompanhe em gov.br/mdr e nos boletins da PF.
Acompanhe: Ministério da Integração (gov.br/mdr), Polícia Federal (gov.br/pf), Defesa Civil do Paraná, Agência Brasil, G1 Tecnologia
Entre a noite de sexta-feira (19/06) e a madrugada de sábado (20/06), milhões de celulares no Brasil receberam alertas extremos falsos da Defesa Civil contendo a palavra 'misantropia' e variações.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional desativou a plataforma 'Defesa Civil Alerta' por volta da 1h30 da madrugada de sábado (20/06).
O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, afirmou em coletiva virtual do MIDR que 'tudo indica' que os disparos têm origem em um ataque hacker.
A Anatel divulgou nota reforçando que as mensagens de alerta extremo recebidas pelos usuários de telefonia móvel não foram emitidas pelas autoridades competentes.
Implantação do Defesa Civil Alerta (2022): Ministério da Integração lançou a plataforma nacional de alertas por Cell Broadcast, operada em conjunto com defesas civis estaduais.
Confirmado
Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional
○
134 alertas do Cell Broadcast no Paraná: Defesa Civil do Paraná informou ter emitido 134 alertas de eventos severos desde a implementação do Cell Broadcast, sem registro público de falha.
Confirmado
Defesa Civil do Paraná
○
Monitoramento de evento severo no RS via Cell Broadcast: Defesa Civil do Rio Grande do Sul avaliou envio de alerta Cell Broadcast diante de risco de ventos intensos.
Confirmado
Defesa Civil do Rio Grande do Sul
○
As primeiras mensagens começaram a chegar por volta das 23h45 de sexta-feira (19/06) em celulares de Curitiba.
Segundo especialistas, o incidente não indica falha na tecnologia Cell Broadcast em si, mas aponta para vulnerabilidades nos sistemas nacionais de envio de alertas.
+ 3 fato(s) adicionais com a mesma certeza verificados nos bastidores
O que não conseguimos verificar
Quem é o autor ou grupo responsável pela invasão e qual o vetor técnico usado para acessar o sistema
Se houve vazamento de outros dados do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil ou comprometimento de outros sistemas governamentais
Como verificamos
Os fatos centrais (alertas falsos, desativação da plataforma, hipótese de ataque hacker, investigação da PF) são confirmados por múltiplas fontes. O horário inicial em Curitiba e a avaliação de que a falha está nos sistemas nacionais, não no Cell Broadcast, têm certeza apenas provável.
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PolíticaHistória 02
Datafolha: Lula abre 4 pontos sobre Flávio Bolsonaro no segundo turno
Petista tem 47% a 43% no cenário decisivo e amplia margem para 10 pontos no primeiro turno, mas leitura de empate técnico divide a imprensa.
7 fatos confirmados em 13 fontes
Lula sai na frente de Flávio Bolsonaro nos dois cenários do novo Datafolha: 41% a 31% no primeiro turno e 47% a 43% no segundo. A vantagem numérica é clara, mas a leitura editorial diverge: CartaCapital e Band tratam o segundo turno como empate técnico no limite da margem; G1 e Folha enfatizam a estabilidade do petista. Aliados de Flávio apostam que a operação da PF contra Jaques Wagner, líder do governo no Senado, ainda pode mexer no quadro quando a campanha começar de fato.
≠ Mesmo número, leituras opostas: CartaCapital e Band caracterizam o 47% a 43% como empate técnico no limite da margem; G1 e Folha tratam como vantagem estável de Lula.
Fatos verificados
● Fonte institucional · ○ Fonte jornalística
○
Pesquisa Datafolha divulgada em 20 de junho de 2026 mostra Lula (PT) com 47% das intenções de voto contra 43% de Flávio Bolsonaro (PL) em cenário de segundo turno.
No cenário de primeiro turno, o Datafolha aponta Lula com 41% e Flávio Bolsonaro com 31%, vantagem de 10 pontos para o petista. Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos aparecem com 3% cada.
Na rodada anterior do Datafolha (maio de 2026), Lula havia marcado 40% no primeiro turno contra 31% de Flávio, indicando leve crescimento de 1 ponto, dentro da margem de erro.
A pesquisa ocorre em meio ao caso "Dark Horse", que teria causado prejuízo eleitoral a Flávio Bolsonaro desde maio, e ao avanço das investigações do escândalo do Banco Master, que afetam o campo petista após revelação de reunião reservada entre Lula e Daniel Vorcaro, dono do banco.
Confirmado
Folha de S.Paulo, Gazeta do Povo, Público (PT), Bloomberg, Brasil de Fato
○
No segundo turno, há vantagem numérica de 4 pontos para Lula (47% x 43%), valor que parte da imprensa caracteriza como empate técnico no limite da margem de erro.
Donald Trump chamou Lula de "muito volátil" e disse que "não poderia se importar menos" com o presidente do Brasil, em entrevista ao site Axios, em fala mencionada no contexto da cobertura da pesquisa.
Na rodada anterior do Datafolha (maio/2026), feita após a eclosão do caso "Dark Horse", o segundo turno entre Lula e Flávio havia passado de empate em 45% para 47% a 43% para o petista.
A pesquisa mostra que Lula e Flávio empatam tecnicamente no índice de rejeição, com Flávio rejeitado por 48% dos eleitores e leve queda na rejeição de Lula.
Aliados de Flávio Bolsonaro avaliam que a diferença para Lula no segundo turno é superável com o início oficial da campanha e esperam impacto dos desdobramentos da operação da PF realizada em 18 de junho contra o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).
No cenário de segundo turno entre Lula e Romeu Zema (Novo), o presidente lidera por 48% a 39%, mesma diferença de 9 pontos registrada na pesquisa anterior do Datafolha.
Margem de erro, tamanho da amostra e período exato em que a pesquisa foi a campo.
Como os índices de brancos, nulos e indecisos se distribuem entre os cenários.
Como verificamos
A divergência entre veículos sobre caracterizar ou não o segundo turno como empate técnico é editorial, não estatística: a diferença numérica é a mesma (4 pontos), o que muda é a leitura.
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GeopolíticaHistória 03
Irã declara fechamento do Estreito de Ormuz; EUA dizem que canal segue aberto
Guarda Revolucionária afirma 'controle total' do canal, mas Washington diz que 55 navios passaram no sábado
6 fatos confirmados em 12 fontes
O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz, e os Estados Unidos respondem que o canal segue operando. O comandante Mohamad Akbarzadeh, da Guarda Revolucionária, declarou 'controle total' da via. Washington afirma que 55 navios cruzaram o estreito no sábado e que o bloqueio naval americano contra Teerã continua em vigor. Os iranianos justificam a medida como resposta à violação americana do cessar-fogo, embora a CartaCapital e a RFI vinculem a decisão a ataques israelenses no Líbano. Analistas projetam barril a até US$ 110, rota por onde escoa parcela decisiva do petróleo global.
Desdobramento
Os preços do petróleo dispararam após o impasse no Estreito de Ormuz, com o barril do petróleo bruto americano subindo 6,4% para US$ 87,88 na reabertura da Chicago Mercantile Exchange. Analistas alertam que, mesmo com um eventual acordo de reabertura, os embarques podem levar meses para normalizar.
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) foi a instituição que sinalizou o fechamento do estreito, com o comandante Mohamad Akbarzadeh afirmando que 'o Estreito de Ormuz está sob o controle total da Marinha da República Islâmica'.
O governo iraniano justifica a medida como resposta a uma 'violação flagrante' por parte dos Estados Unidos do acordo/promessa de encerrar a guerra (cessar-fogo recentemente firmado entre EUA e Irã).
Teerã também vincula a decisão a ataques de Israel no território libanês, classificando o bloqueio como 'primeira etapa' de resposta e não descartando outras medidas caso as ações israelenses continuem.
A Marinha iraniana e a IRGC advertiram que embarcações que tentassem atravessar o estreito poderiam encontrar minas ou ser alvejadas por forças navais; relatos indicam que minas foram efetivamente lançadas no canal.
Os Estados Unidos negam que o Irã tenha efetivamente fechado o Estreito de Ormuz e afirmam manter o bloqueio naval contra o Irã em vigor.
Confirmado
BBC Brasil, New York Times, BBC News (Hegseth), PBS NewsHour
○
Segundo os militares dos EUA, 55 navios haviam passado pelo estreito no sábado antes do novo anúncio iraniano de fechamento; outras embarcações teriam sido obrigadas a retornar pelo bloqueio.
Provável
New York Times, BBC News
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Navios americanos que abriam corredor no Estreito de Ormuz foram atacados e afundaram embarcações iranianas; o Irã também lançou drones e mísseis contra um terminal petrolífero nos Emirados Árabes Unidos, elevando temor de retomada da guerra.
Provável
PBS NewsHour
○
Analistas do mercado avaliam que o fechamento pode levar o preço do barril de petróleo a até US$ 110, com efeitos potencialmente positivos para a Petrobras e para as exportações brasileiras de petróleo.
Provável
Estadão E-Investidor, Brazil Economy
O que não conseguimos verificar
Se o fechamento foi efetivamente implementado no terreno ou é majoritariamente declaração política, já que os EUA relatam tráfego continuando.
Qual o conteúdo do cessar-fogo supostamente violado e quem são as partes signatárias.
Como verificamos
Pequenas divergências numéricas sobre embarcações alvejadas e minas lançadas no canal ficam na camada de auditoria.
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GeopolíticaHistória 04
Colômbia escolhe entre 'mão dura' de De la Espriella e paz negociada de Cepeda
Segundo turno opõe advogado de ultradireita apoiado por Trump a senador do Pacto Histórico, em meio à pior escalada do conflito armado em anos
7 fatos confirmados em 11 fontes
A Colômbia decide hoje se rompe ou mantém a política de paz total de Petro. De um lado, Abelardo de la Espriella, advogado de ultradireita apoiado por Trump, que promete acabar com diálogos e desmontar milícias. Do outro, o senador Iván Cepeda, do Pacto Histórico, defensor das negociações com grupos armados. No primeiro turno, De la Espriella levou 43,7% contra quase 41% de Cepeda. As pesquisas da reta final divergem: a CB Global Dat, divulgada pela Bloomberg Línea, dá vantagem ao ultradireitista; o CNC chegou a mostrar Cepeda na frente. O voto indeciso decide num país no ponto mais violento em anos.
Desdobramento
O peso colombiano valorizou-se fortemente frente ao dólar na segunda-feira após a vitória de Abelardo de la Espriella, com a Bolsa de Valores da Colômbia abrindo o dólar a 3.576 pesos, refletindo a reação favorável dos mercados ao candidato pró-mercado.
≠ As pesquisas da reta final divergem: CB Global Dat (via Bloomberg Línea/AFP) aponta De la Espriella como favorito, enquanto medições do CNC divulgadas pelo El País mostraram Cepeda na liderança.
Fatos verificados
● Fonte institucional · ○ Fonte jornalística
●
A Colômbia realiza neste domingo o segundo turno da eleição presidencial entre Abelardo de la Espriella e Iván Cepeda.
De la Espriella chega como favorito ao pleito, segundo análises e pesquisas pré-eleitorais (CB Global Dat divulgada por Bloomberg Línea e medições do CNC).
De la Espriella defende 'mão dura' contra o crime, rejeita diálogos com grupos armados e promete desmontar milícias e poderes coercitivos ilegais, rompendo com a política de paz total de Petro.
Confirmado
The Guardian, Valora Analitik, Las2Orillas, BBC Mundo
○
A eleição ocorre em meio à escalada do conflito armado interno, descrito como no ponto mais violento em anos.
Indecisos, abstencionistas e o eleitorado de centro (incluindo o voto em branco) são apontados como fatores decisivos para o resultado do segundo turno.
Autoridades colombianas, incluída a Registraduria Nacional, fizeram um chamado nacional para que os resultados sejam acatados, destacando que o sistema eleitoral está 'blindado'.
No primeiro turno, De la Espriella obteve 43,7% dos votos e Cepeda ficou com pouco menos de 41%.
Provável
Agência Brasil, InfoMoney
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Analistas descrevem o segundo turno como uma disputa entre dois extremos ideológicos do espectro político colombiano, reabrindo o debate histórico entre 'mão dura' e 'saída negociada' para o conflito armado.
Provável
CEIPA (análise acadêmica), Las2Orillas, BBC Mundo
O que não conseguimos verificar
Qual é a margem real entre os candidatos nas pesquisas do dia da votação
Qual será o nível de abstenção registrado no segundo turno
Como verificamos
Os números do primeiro turno (43,7% e ~41%) vêm de duas fontes (Agência Brasil e InfoMoney) e ainda aguardam confirmação por mais redações. A liderança nas pesquisas é contestada entre institutos.
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GeopolíticaHistória 05
Cinegrafista da Al Jazeera é morto em ataque israelense em Gaza
Rede chama ataque de direcionado contra a imprensa; Israel acusa profissional de ser atirador do Hamas, sem apresentar evidências
5 fatos confirmados em 8 fontes
O cinegrafista Ahmed Wishah, da Al Jazeera, foi morto por um ataque aéreo israelense no campo de refugiados de Bureij, no centro de Gaza. É o segundo irmão Wishah morto pelas forças israelenses em dois meses: Mohammed, também correspondente da rede, foi morto em abril. As duas versões do episódio são incompatíveis: a Al Jazeera fala em ataque direcionado contra a imprensa; o Exército israelense afirma que Wishah era um atirador do Hamas, mas não apresentou evidências públicas. Segundo o CPJ, quase 200 jornalistas já morreram nesta guerra, a maioria em Gaza, padrão que torna cada nova morte parte de uma estatística difícil de ignorar.
Na prática · escala
Segundo relatório do projeto Costs of War, do Watson Institute (Brown University), a guerra de Israel em Gaza matou 232 jornalistas, uma média de 13 por mês, mais do que as duas guerras mundiais, a Guerra do Vietnã, os conflitos na Iugoslávia e a guerra dos EUA no Afeganistão somados.
≠ Al Jazeera descreve a morte como ataque direcionado contra um jornalista de sua equipe; o Exército israelense afirma que Wishah era atirador do Hamas, sem divulgar evidências.
Fatos verificados
● Fonte institucional · ○ Fonte jornalística
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O cinegrafista da Al Jazeera Ahmed Wishah foi morto em um ataque aéreo israelense na Faixa de Gaza
Ahmed Wishah era irmão de Mohammed Wishah, também correspondente da Al Jazeera Mubasher, morto por forças israelenses em Gaza cerca de dois meses antes (em abril de 2026)
O Exército israelense (IDF) acusou Ahmed Wishah de ser um 'operador franco-atirador do Hamas' (Hamas sniper operative) / 'terrorista do Hamas', sem apresentar evidências públicas que sustentassem a alegação
Confirmado
BBC News, Le Monde, Arab News Japan
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A Al Jazeera classificou o ataque que matou Wishah como direcionado ('targeted'/'deliberate'), condenando o que chamou de 'crime hediondo' contra o correspondente da Al Jazeera Mubasher
Segundo o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), quase 200 jornalistas foram mortos desde o início da guerra entre Israel e Hamas, a grande maioria em Gaza, contexto no qual se insere a morte de Wishah
Se Wishah estava em exercício profissional no momento do ataque
Quais evidências sustentariam a acusação israelense de filiação ao Hamas
Como verificamos
A informação sobre o local exato do ataque (Bureij) vem apenas da Al Jazeera, que é parte envolvida. O número de seis mortos no dia citado por autoridades de saúde de Gaza tem como fonte original a administração do Hamas e não cruzamos com fontes independentes.